Como Perdí Peso

Um blog pretensioso feito por alguém que quer perder peso.

Mês: dezembro, 2011

Dieta de emagrecimento não é privação!

Estou na quarta semana da dieta. Já consegui perder pouco mais de 6 kg, mas ainda tenho um longo caminho pela frente. Por ser homem e jovem, essa perda rápida no início é normal. A tendência é ir desacelerando. Mas já estou muito contente com minha escolha e com os resultados. O interessante, é que ao comunicar a dieta às pessoas, vejo algumas retribuindo com um olhar de pena, como se eu estivesse sofrendo e me privando de comer comidas saborosas. O que dizer? Uma reflexão que ouví essa semana pode falar por mim: “a gente não aprende a deixar de comer, a gente aprender a comer com inteligência para comer o que quiser”.

Grandão Comendo FrutinhaPara entender o que digo, vou fazer uma listinha rápida de comidas estupendas que comí nessas últimas semanas, ainda que muitas tenham sido em porções moderadas: diversas variedades de salgadinhos de festa, cachorro quente, doce de leite, chocolates, pizza, bolos de aniversário, churrasco, empadão de frango, cupcake, carnes de ceia de natal, frango assado com bacon, frango empanado, pastel chinês, e muitas outras delícias. A questão não é proibir alimentos, é ter consciência do que entra na sua boca. Tendo essa consciência, naturalmente você se planeja melhor, não faz exageros, saboreia de tudo. Por mais previsível que seja, só precisei contar as calorias! Por exemplo, ao saber o valor calórico de um pedaço de pizza, ainda que de forma aproximada, você consegue encaixá-lo na sua cota diária de calorias, e planeja como vai fazer para fechar a conta. Isso pode ser feito comendo apenas 1 pedaço, ao invés de 2, escolhendo um sabor menos calórico, e compensando em outras refeições o excesso que a guloseima gera. Uma boa dica também é planejar o horário certo de ir comer a pizza, para que você não caia no erro de fazer 2 refeições concorrentes (você acaba de jantar em casa, e vai comer a pizza depois… se a pizza fosse sua janta, talvez ela se encaixasse perfeitamente na conta). Um conselho que dou: se for comer menos, coma feliz! Dê valor para aquele único pedaço de pizza que você tem direito, saboreie e seja inteligente com a conta de calorias para assim fazer daquela pizza sua aliada, e não sua tentadora inimiga!

Um outro aspecto que torna a dieta algo longe de ser um sacrifício é o acesso a alimentos gostosos de baixa caloria, tipo diet e light. Isso envolve gastar um pouco mais no supermercado, o que para algumas pessoas pode não ser possível. No meu caso, pude me dar a alguns luxos. Algumas das coisas que já fazem parte da despensa: sucos naturais light de caixinha (tipo da Valle), água de coco, requeijão light, atum enlatado light, pão de forma light (integral ou não), presunto de peru light, iogurte desnatado light (tipo Corpus, Molico e outros), e muita coisa bacana. O fato de ser diet ou light, não quer dizer que você pode parar de fazer contas de calorias. Alguns podem ser até muito calóricos! É preciso ficar atento. Mas existem boas opções para comer com prazer coisas que na versão normal podem ter o dobro (ou até o triplo) de calorias.

Por exemplo, um dos meus pratos preferidos alí pelas 19 horas, que chamo de lanche da noite, é um sanduiche com 2 fatias de pão integral light e um recheio saboroso com alguma proteína. Usando alguns ingredientes light consigo combinações maravilhosas. Uma delas é: patê feito com 1 lata de atum light misturado com 2 colheres de requeijão light, um fio de azeite e ervas. Coloco um pouco disso no pão, rodelas de tomate, uma folha de alface, daí levo esse sanduíche na misteira para deixar o pão queimadinho e crocante, e acompanho com 1 copo de água de coco ou de suco natural de caixinha (de goiaba, cajú, manga, todos são uma delícia). De sobremesa, aquela banana prata docinha. Que delícia! Sinceramente? Curto muito mais o horário do lanche da noite com um sanduíche desse nível, do que com o rotineiro pão francês com manteiga acompanhado de café açucarado, o qual chegava a comer dois seguidos (que exagero!).

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Chega de desculpas esfarrapadas!

Uma das coisas mais interessantes de declarar para os demais que você está buscando emagrecer, é perceber como algumas pessoas se sentem na obrigação de te ensinar como fazer isso.  Não que a ajuda delas não seja necessária! Pelo contrário. O apoio dos amigos, da família e da namorada é essencial. Mas o que eles precisam fazer é te compreender e te ajudar nas escolhas alimentares, lembrar que você não come determinados alimentos ou determinadas quantidades, te incentivar. No entanto, o que acontece na verdade é que muitos parecem querer te dizer o que fazer e não fazer para emagrecer, numa chuva de conselhos, como se fossem experts em emagrecimento e você um aprendiz novato. É chato. Muito chato.

O curioso é que muitas dessas pessoas que te ensinam a emagrecer com papo mole estão acima do peso, sustentando uma bela barriga, comendo doces ao seu lado, frituras no lanche, sendo sedentárias. Incoerente? Muito. E essa incoerência é tão clara que as próprias pessoas percebem que não tem muita moral para te ensinar a emagrecer, e começa um outro fenômeno interessante: elas começam a inventar desculpas para você sobre o porquê de elas naõ estarem tentando emagrecer, ou o porquê de elas não estarem conseguindo. Mesmo que você não pergunte, elas vão te falar. Afinal, elas são experts no emagrecimento. Hahhahaha.

Enquanto ter que aturar aulas de emagrecimento é chato, escutar as desculpas dos professores por estarem acima do peso é engraçado. Muito engraçado! “Se eu comer menos que isso eu desmaio” – diz alguém comparando o seu prato moderado com a  montanha de comida que ela serviu. “Eu preciso de açucar, o médico me disse que é do meu organismo.” – diz alguém que estoca doces nas gavetas e come a semana a inteira. “Não gosto de fazer regime, vou começar a correr todo dia, é mais saudável.” – diz alguém que a mais de anos não pratica esportes e está totalmente fora de forma para isso. “Quando estou estressado só o chocolate resolve” – diz alguém que come barra de chocolate todos os dias, mas que não parece estar estressada todos os dias. Muitas outras desculpas esfarrapadas aparecem pra você, de graça, sem que você pergunte. Está sendo assim comigo!

Como tenho reagido? Sinceramente, não quero que ninguém se explique para mim. Não sou aluno de emagrecimento de ninguém, e também não sou o fiscal do emagrecimento de ninguém. Emagrecer é algo que gera um efeito visível para os outros, mas é algo seu. Só seu. Não adianta ninguém te cobrar. Você sempre vai achar uma boa desculpa para falar que na fase de vida que você está é muito difícil emagrecer. E isso acontece porque a decisão de tentar emagrecer é difícil. E a dificuldade é puramente psicológica. A gula é um vício, tal qual fumar. E o guloso não necessariamente é alguém que come quantidades gigantescas de comida, daquelas que chocam quem vê. Eu nunca fui dessas pessoas que pede o maior sanduíche da lanchonete, que come uma pizza gigante sozinha, ou que ganha o concurso de quem come mais hot-dogs. E olhe onde cheguei: 30 quilos acima do peso (cheguei a pesar 109 kg, e meu IMC pede 79). Mas sei que comia errado! Muito errado. Acho que quem engorda por gula e sedentarismo sabe que está errando também. Mas é sempre mais fácil se fazer de vítima!

Ficando amigo da balança!

Desde que ultrapassei a marca dos 100 kg, pesar na balança é igual um filme de suspense. E um filme de suspense daqueles que você já sabe que vai se assustar, e assusta assim mesmo. Pra ajudar, tenho uma balança em casa, que me permite pesar pela manhã, de barriga vazia, sem muita roupa. Nos ultimos 3 anos ví números assutadores alí! O último, que motivou a decisão dessa dieta de emagrecimento, foi 109 kg e algumas gramas (cheguei a ver 109.9 kg num dia, mas a média foi algo em torno de 109.3 kg). Hoje, no início da terceira semana de dieta acompanhado pelo Vigilantes do Peso, estou com 103.3 kg. São 6 kg a menos…

Homem Na Balança Diz: "Mother of God!"O fim do filme de suspense sugeriu uma ficção no início. Espantei quando no fim da primeira semana ví a balança com números menores. Mantive forte na dieta, controlando as calorias de tudo que consumí, fazendo lanches com frutas entre as refeições principais, deixando de atacar a geladeira pouco antes de dormir por simples gula… Sentí fome as vezes. E na outra semana, números menores ainda! O filme agora virou uma aventura! Estou sentindo um prazer enorme em enfrentar as situações “gastronômicas”, me virando para comer com inteligência, para assim confirmar na balança a sensação otimista!

E com esses 6 kg a menos, já me dei ao prazer de usar uma bermuda que nao abotoava na cintura. Voltei a usar algumas blusas tamanho G que já estavam pegando na região da barriga, e agora voltaram a ser soltinhas. Minhas visitas ao banheiro antes eram demoradas e destruidoras, a quantidade era assombrosa e o odor inconfundível! Agora são apenas momentos educados e breves (não vou entrar em detalhes, hehehe). A namorada e o pessoal no trabalho notaram a diferença visual, comentaram, e continuam me apoiando cada vez mais! Não poderia estar melhor!

Se valeu a pena? Muito. Vou enfrentar a ceia de natal e na outra semana uma ceia de ano novo. Vou comer com inteligência e consciência nessas duas oportunidades. Se algum excesso ocorrer, dadas as circunstâncais especiais como o horário completamente anormal das refeições, não será “mais um episódio de gula” para acumular no meu currículo, e sim apenas uma excessão numa trajetória de sucesso rumo ao emagrecimento!

Vida social: inimiga ou aliada?

E a minha primeira semana de dieta foi desafiadora! Eu havia ido ao Vigilantes na segunda-feira, e no outro dia, estava marcado um churrasco de confraternização de fim de ano da empresa. Era uma atividade socialmente importante, e além do mais, eu havia investido semanas antes belos R$50 para participar da festa, antes mesmo de pensar em dieta.

Naturalmente, o investimento foi revertido em churrasco, tira gostos, frituras, almoço e bebidas. E lá estava eu, proposto a comer igual uma menininha! Pra minha sorte fizeram uma mesa de frutas, o que ajudou bastante! Nada de batatinha frita, mandioquinha, e de ficar beliscando carnes a tarde toda. Cheguei, lembrei dos conselhos iniciais e das pontuações do Vigilantes, fiz algumas contas básicas e comí algumas frutas, uma porção pequena de carne e um pedaço de pão de alho. Passei o resto do dia apenas bebendo refrigerante diet.

Sou sincero em dizer que não me sentí incomodado, mas sim desafiado! Algumas pessoas vieram me perguntar por que eu estava comendo uma goiaba num churrasco. Avisei que estava de dieta e no Vigilantes. Elas foram compreensivas. Isso me fez perceber que todos concordavam com minha nova postura, o que me motivou ainda mais a manter o foco nos resultados!

Logo depois, na quinta-feira, havia um convite para uma lanche na casa de um parente. Empadinhas, pão com patê, cachorro-quente e sorvete com salada de frutas. Novamente fiz minha conta do que poderia comer ou não, e comí apenas meio cachorro quente (e só com salsicha e molho), e uma taça de salada de fruta sem o sorvete. Vontade não faltou de comer aquele cachorro quente enorme, com batata palha, milho, maionese, e tudo que tinha direito. E o sorvete então? Tentador. Mas me segurei. Percebí que ninguém contestou ou insistiu para eu comer nada, assim como ocorreu no churrasco. E nessa ocasião eu estava cercado de familiares, pessoas que como todos devem saber não poupam esforços em serem francas conosco. Concluí alí mesmo que eu não deveria esperar compaixão de ninguém. Essa dieta não era mais que minha obrigação!

Poucos dias depois tive uma festinha de aniversário de um colega do trabalho, no horário de expediente. Essa não dava pra fugir! Compraram salgados e bolos de uma confeitaria deliciosa, e assim que deu o horário do lanche da tarde e me ví literalmente cercado de guloseimas, já que a festinha ocorreu na baia onde me assento com outros três colegas. Já havia comido minha fruta pouco antes, e esse era o único lanche planejado para a tarde. Para não deixar de participar e para não ficar com vontade, comí apenas 2 empadas de palmito e um pedaço de bolo de chocolate que devia ter um volume pouco maior que meu dedo indicador. Os mais próximos já sabiam da dieta e deram todo o apoio. Aproveitei a oportunidade para ir divulgando para os demais. Não sentí vergonha nenhuma, e ví que as pessoas torciam por mim!

Os compromissos sociais podem ser uma pedra no sapato de quem quer emagrecer. Mas se você foge deles, sua qualidade de vida pode cair bastante! Se já é um grande sacrifício romper com o hábito de comer grandes quantidades,  restringir a vida social é outro sacrifício a parte. Acho que não é por aí! Pensando bem, esses compromissos sociais podem ser bons aliados! Justamente por serem recheados de oportunidades de comer além da conta, eles oferecem chances para você mostrar para sí e para os outros que te cercam o tamanho da sua determinação!

No Vigilantes aprendí que algumas estratégias podem ajudar, como: não chegar no local com fome; não adiar a refeição anterior para aproveitar melhor comida que será servida lá; ao chegar no local, mapear o que tem para comer, planejar, e comer apenas o necessário, de uma só vez, como se fosse um lanche, sem ficar beliscando o tempo todo. A dieta de emagrecimento, assim como qualquer projeto de longo prazo, precisa de mais do que um simples desejo de alcançar resultados! É preciso bolar estratégias que te ajudem a perseverar e gerenciar as situações! Pretendo ficar bom nisso!

Começar uma dieta em dezembro? SIM!

Observe bem, estamos em dezembro. Natal, ano novo, festas nas empresas, confraternizações de fim semestre em cursos. Oportunidades não faltam para comer muito! E é justamente nessa época farta que decido que vou começar uma dieta? Sim! Loucura? Não! Determinação. Nada do velho clichê de esperar a virada do ano para prometer emagrecer no ano que vem. Já caí nessa, duas ou três vezes. Chega de desculpas!

Homem magro com calça larga

E para afirmar ainda mais essa determinação, me inscreví no Vigilantes do Peso. Não quero fazer propaganda, mas apenas para explicar, basicamente eles me pesam toda semana e me incentivam a atingir uma meta. E eu pago para isso. Achei a idéia ótima! Para quem já tentou fazer dieta, sabe que o fator psicológico é o que mais pesa. E ter essa meta semanal e a carga de motivação nas palestras, nas dicas e no material que eles dão, é de grande valia! Além do mais, entrar para o Vigilantes é como colocar uma placa em você mesmo: sou gordinho e estou tentando emagrecer! Ajuda os outros a entenderem o quão a sério você está levando esse assunto.

Mas com Vigilantes, ou sem Vigilantes, a regra da dieta de emagreciamento é uma só: faça seu corpo gastar mais energia do que a quantidade de energia que você fornece para ele comendo! E para controlar isso, você só precisa ter consciência das calorias dos alimentos e selecioná-los. Na média, um adulto precisa ingerir 2500 kcal por dia. Se está sobrando energia estocada no seu corpo (vulgo gordura), ingira menos que isso, e seu organismo fará o resto! Não é simples? Dieta é assim: simples de entender, difícil de fazer.

Em posts futuros você irá acompanhar o progresso da minha luta nessa tarefa “simples”!

Que blog é esse?

Ei pessoal! Esse blog é para contar como perdí peso. Na verdade, como vou perder peso, uma vez que comecei minha dieta hoje. Tenho 26 anos, trabalho como Analista de Sistemas e minha carreira basicamente foi feita sentada em frente a um computador. Nunca fui do tipo esportista, mas também não faço o tipo gordinho que esconde chocolate no armário. Só sei que aos 16 anos, quando já tinha a altura que tenho hoje (1,78m), pesava apenas 75 kg. Em 2011 atingí meu maior peso na vida toda, 109.9 kg . Mas vou mudar essa situação!

O ganho de todo esse peso foi aos poucos, ao longo dos anos. No início por um sedentarismo circunstancial que foi se instalando com a vida adulta. Deixei de praticar a educação física do colégio já no 2º grau. Não me interessei por esportes como hobbie. Com o tempo deixei de caminhar longas distâncias com aquela mochila pesada nas costas e fui passando a dirigir mais. E desde a época dos estudos, vivo uma rotina de 15 horas ou mais por dia sentado frente a um computador, dado que iniciei ainda adolescente minha carreira no ramo da tecnologia. Outros fatores também contribuíram. Dentre eles a ingestão excessiva de cortisona em decorrência das minhas crises de sinusite anuais. Outro, foi o péssimo hábito de dormir muito pouco, passando noitadas em frente ao computador seja para diversão, estudo ou trabalho.

Por fim entra o fator crucial, a má alimentação. Tão logo atingí uma certa independência financeira, comecei a comprar minhas próprias guloseimas, invalidando o cardápio saudável que toda mãe garante no lar. Enquanto estudante, estagiário e bolsista, já almoçando fora, enfrentava uma questão de otimização clássica: comer mais pelo menor preço. Foi aí que desenolvi a habilidade de bater pratadas com quantidades maiores de arroz, feijão e massas, seja em bandeijões, pratos-feitos ou restaurantes populares. Houve também o fator namorada: saidinhas, bares, restaurantes, almoço da sogra (sempre com repeteco), comer bobagens na frente da TV, cineminha sempre com pipoca e refrigerante, etc. Nos últimos anos, já formalmente empregado e trabalhando como analista, veio a dádiva tentadora do vale-alimentação: um dinheiro que só pode ser gasto com comida! E isso te incentiva a desfrutar de toda a vasta e calórica gastronomia das praças de alimentação dos shoppings.

Homem gordo se vendo magro no espelhoA ficha custou a cair. Caiu quando atingí 3 dígitos (100 kg), foi um número simbólico. Até os 90 e poucos quilos, achava que a situação era gerencíável. Não me via como gordo. Mas o tempo passou e logo logo começei a ser chamado de “gordinho”, “fortão”, “grandão”. Fui perdendo roupas anualmente. A namorada comentava com mais frequência como eu havia ganhado peso desde o início do relacionamento. Os colegas já não faziam piada da minha barriguinha, e sim declarações de espanto sobre como eu estava mais pesado. Lembro que já aos 24 anos, cerca de 2 anos atrás, foi que começei a reparar que em quaisquer grupos que eu frequentasse, eu era um dos únicos, senão o único a ser obeso.

Essa perplexidade diante do meu estado de obesidade durou alguns semestres, até que resolví dar um basta. Esses 30 e poucos quilos a mais não me pertencem! Esse não sou eu. Eu nunca fui gordo, eu apenas estou gordo. É chegada a hora de virar gente grande e encarar a comida como um remédio, e não mais como prazer supérfulo e momentâneo, tal qual fazem os fumantes com o cigarro.

Apesar da forma como coloquei meu histórico, não me considero vítima de nada. Sou o protagonista nessa história toda, e coube a mim chegar até os 109 kg, assim como caberá a mim voltar para a casa dos 80 kg pelo menos. Esse blog é sobre como as coisas estão se desenrolando a partir desse basta. Acompanhe!